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Como implantar Ergonomia


O que é e para que serve a Ergonomia? 

Até o início da sociedade contemporânea no mundo empresarial detinha-se a Organização Científica do Trabalho proposta por Taylor e seus seguidores, cujos resultados positivos propiciaram a racionalização dos processos, homogeneidade dos serviços prestados, aumento da produtividade e controle de qualidade.

Todavia, ao desconsiderar a especificidade das atividades, como a complexidade da relação com o cliente e a alternada demanda de serviço, observa-se a incompatibilidade na realização do trabalho. Este fato relaciona-se com o número de enfermidades dos trabalhadores.

A palavra “Ergonomia” vem de duas palavras Gregas: “ergon” que significa trabalho, e “nomos” que significa leis. Hoje em dia, a palavra é usada para descrever a ciência de “conceber uma tarefa que se adapte ao trabalhador, e não forçar o trabalhador a adaptar-se à tarefa”.

A Ergonomia pode ser aplicada em vários setores de actividade (Ergonomia Industrial, hospitalar, escolar, transportes, sistemas informatizados, etc.). Em todos eles é possível existir intervenções ergonômicas para melhorar significativamente a eficiência, produtividade, segurança e saúde nos postos de trabalho. A Ergonomia atua em todas as frentes de qualquer situação de trabalho ou lazer, desde os stresses físicos nas articulações, músculos, nervos, tendões, ossos, etc., até aos factores ambientais que possam afectar a audição, visão, conforto e principalmente a saúde.

Os atuais processos de reconstrução produtiva alteraram o exercício da medicina do trabalho. As inovações do mundo empresarial contemporâneo repercutem de forma decisiva nas condições de saúde dos trabalhadores, que obedecem a lógica da eficiência e diminuição do número de funcionários com aumento da produtividade. Dessa forma, há um número crescente de funcionários que vêem assumindo novas responsabilidades geradoras de sobrecarga física e psíquica. De modo geral, este tipo de sobrecarga, assim como as novas exigências cognitivas das tarefas, leva a formação de novas patologias muitas vezes não reconhecidas como doenças ocupacionais.

Desta forma, os distúrbios osteomusculares relacionados ao trabalho (DORT) podem ser definidos como transtornos funcionais ou transtornos mecânicos em músculos, tendões, fáscias, nervos, bolsas articulares e proeminências ósseas que resultam em fadiga, queda do desempenho no trabalho e incapacidade temporária, que podem evoluir para dor crônica agravada por fatores psíquicos inerentes ao trabalho ou não, que são ainda capazes de reduzir o limiar de sensibilidade dolorosa do indivíduo.

Desta forma, a Ergonomia consiste em um conjunto de ciências e tecnologias que buscam a adaptação entre o ser humano e o seu trabalho, procurando o ajustamento entre pessoas, coisas que fazem, objetos que usam e o seu meio ambiente de trabalho. Sua ação é de caráter multidisciplinar e seu objetivo básico é adaptar as condições de trabalho às características do ser humano, ou seja, projetar trabalhos, locais de trabalho, máquinas e ferramentas adaptados às pessoas.

 

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